27 setembro 2009

Sei e não sei,

...,

voltar - um convite -
do só ao um. Os dígitos delineiam
o (um) caminho. Não
nas estrelas está o rumo, talvez
no coração que fala entretendo-se
com coisas partidas,
no olhar que cria na retina
o ícone do todo. A poesia
exagera-se em vastidão
para além das bordas
de qualquer galáxia.

10 comentários:

Branca disse...

Quando o coração traça o caminho, o rumo, voltar é sempre uma possibilidade!


Bom domingo pra vc!

Vivian disse...

...quem transborda poesia
é você e esta sensibilidade
da alma!

adoro

beijo imenso!

Tatiane Trajano disse...

Você, transborda poesia!

Beijoss

Maria Helena disse...

A poesia transborda em cada pslavra
que você pensa e escreve.Quanto privilégio!
Muito lindo!
Bjs
Maria Helena

Eurico disse...

E nem é preciso lançar sondas interestelares, para ver a poesia expandindo-se "para além das bordas de qualquer galáxia..."

Basta vir aqui.

Abraçamigo.

Valdemiro Xavier disse...

Os versos acabam sem rumo.
Quando os nossos limites estão postos em demasia.
Ótimos versos, Dauri. ^^

Um abraço.

marjoriebier disse...

Para ler ao som de Nei Lisboa: "Pra vc guardei um universo e quando falta espaço, eu faço um verso e durmo na canção..."

Vinícius Paes disse...

Halo, poeta.
Belo poema, que completa os vacilos metafóricos dos dias.

um abraço.

paula barros disse...

Estava rapidamente lendo vários "issos" e "ciscos emotivos" me cairam nos olhos. Ainda irei descobrir porque me dá vontade de chorar na maioria da vezes que leio o que vc escreve.

Mas preciso de tempo para ler e para chorar e não estou tendo.

E é na vastidão das poesias que viro rio, serpenteando as minhas margens, e me deixando levar...

(até um comentário q. vc fez no blog de Élcio me emocionou)

beijo

Éverton Vidal Azevedo disse...

Dauri,
Cada vez que venho aqui e leio alguns dos seus poemas, saio com a certeza de que preciso voltar mais vezes, e voltarei.
Parabéns, o que você faz aqui é de primeira.