22 setembro 2009

Não sei o que

...,

às vezes confundo poesia
e amor. A poesia
arrebata: amor.
O amor distingue:
poesia. Ou o contrário.
O firmamento desmedido
distribui sílabas. O homem,
palavras.

5 comentários:

Elcio Tuiribepi disse...

Olá Dauri ,confesso que seu comentário me surpreendeu, mas de forma boa...isso é bom...
Acho que as coisas se misturam, se completam e ao mesmo tempo são distintas, pois poesia é poesia, amor é amor, não consigo medir os dois separadamente, pois um se vale das palavras e o outro das ações mais concretas...sei lá também...rsrs...
Obrigado pela presença...um abraço na alma...

Valéria C. disse...

gosto muito do que você escreve... um dia roubo um pouco da tua poesia...
beijo

Juliano disse...

Mas nisso tudo tem amor.

Abraços Dauri

Eurico disse...

Tenho lido um poeta por esses dias, que escreve um pouco assim, como um não-poeta. Postei um longo metapoema desse tal poeta em meu blogue e enquanto lia aqueles versos, verdadeiro tratado de não-póética,lembrava-me dos teus issos.

Vim te ler, e volto convencido do que vi na obra dele e na tua...

Abraçamigo.

Mai disse...

talvez não seja prá saber logicamente. Porque há coisas que não se explicam mesmo.
Poesia, amor, são assim, não sei o que digo quando digo isto mas exprimo...sei lá...

bj