24 setembro 2007

Contentamento

Que espécie de contentamento é este
que experimento assim sem entender,
quando o tempo alcança setembro
e esparrama-se em mim sem pressa
doido pra saber o que ando fazendo
que amor ando vivendo
e pra quem vou oferecer
o que a primavera me der.

3 comentários:

Maria da Luz disse...

Ë ótimo encontrar páginas como esta na internet. Leve, bela e profunda! A capacidade do autor em transformar "as rotinas" em reflexão, impressiona. Essa "brincadeira" de integrar sentimentos, ideias, história, pensamentos e fé é rara, o exemplo perfeito é esse poema Ah, o interior.... quem ainda não leu, leia. Da Luz

Jacinta disse...

Que lindo falar de "contentamento".
De fato, setembro, no seu finalzinho,vem carregado de algo diferente, contente.
Presente dos céus!?
Lendo "essapalavra", sensibilizo-me com o jeito diferente de vivenciar sentimentos e, embora não entenda nada de poesia ou literatura, fico viajando nas palavras e, sem nenhum pudor, deixo-as entrar no coração. Preciosidade, também, é ler em "esseofício" ACRISOLAR, CONDOAR,VIDAR.Extraordinariamente problematizador? Parece-me desafiador, desconsertador... Algo que desarruma.
Jacinta Dantas

Anônimo disse...

Sem dúvida, este espaço é um cantinho onde as palavras se transformam em desabafo, carinho, sem esquecer o grande prazer de escrever, sempre falando com as mãos, falando com o coração...


sempre que posso apareço por aqui, maravilhoso seu espaço meu amigo, forte abraço...

Silvio Locatellli